Jose Gomes
"Lições que aprendi quando era pequeno", por Gordon B Hinkley

Sentido da vida

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Sandra Vale - Cabeleireiros

A Religião

Neste meio não há vencidos nem vencedores nas opiniões formadas, todos somos filhos de Deus, por isso concidero que devemos agir com humildade, com tolerância, compreensão e aceitar a opinião de cada um.

A minha formação de base na vida religiosa foi na igreja católica, mas sempre tive muitas dúvidas às quais nunca tinha resposta. Na tentativa de compreender o que os padres nem ninguém me sabia explicar, ou não queriam, eu questionava sempre as pessoas, por exemplo, porque umas crianças nascem saudáveis e outras nascem deficientes, porque a professora na escola ensina da mesma forma todos os meninos, quando explica é para todos e porque uns aprendem tão facilmente e outros não, o porquê dessa evolução tão diferenciada. Porque motivo umas pessoas são cegas e outras não, é que sempre ouvi o padre dizer á missa que Deus é Amor e nos ama muito, então porque motivo não somos todos saudáveis, felizes e sem problemas, que tipo de pai é esse? Porque umas pessoas são ricas outras pobres, porque umas tem o supérfluo e outros não tem o necessário á mesa.

Porque umas pessoas parece nada fazerem para conseguirem as coisas e tudo vem parar às suas mãos sem qualquer dificuldade, outras pessoas lutam de dia e de noite e nada conseguem, sempre existe uma fatalidade que termina com os sonhos e com as lutas que se travaram para conquistar um determinado objectivo social ou bens materiais, muitas vezes é apenas a luta pela sobrevivência e pelo necessário à vida. Muitas pessoas já ficariam contentes com um tecto para dormir e o pão na mesa, mas quantas são as famílias que nem isso consegue, muitas conseguem mas com muito sacrifício e muito sofrimento. Qual o motivo de na mesma família, parentes e irmãos, saídos da mesma carne e do mesmo sangue, diferem essencialmente sobre tantos pontos? Tinha de haver outra explicação, nada batia certo e eu precisava de respostas.

Quem é que, nas horas de silêncio e recolhimento, nunca interrogou à natureza e ao seu próprio coração, perguntando-lhes o segredo das coisas, o porquê da vida, a razão de ser do universo? Onde está aquele que jamais procurou conhecer seu destino, levantar o véu da morte, saber se Deus é uma ficção ou uma realidade? Não seria um ser humano, por mais descuidado que fosse, se não tivesse considerado, algumas vezes, esses tremendos problemas.

A dificuldade de os resolver, a incoerência e a multiplicidade das teorias que têm sido feitas, as deploráveis consequências que decorrem da maior parte dos sistemas já divulgados, todo esse conjunto confuso, fatigando o espírito humano, os têm relegado à indiferença e ao cepticismo. O que importa ao homem saber, acima de tudo, é o que ele é, de onde vem, para onde vai, qual o seu destino. As ideias que fazemos do universo e de suas leis, da função que cada um deve exercer sobre este vasto teatro, são de uma importância capital. Por elas dirigimos nossos actos. Consultando-as, estabelecemos um objectivo em nossas vidas e para ele caminhamos. Nisso está a base, o que verdadeiramente motiva toda civilização. Mas, a dificuldade em resolver esses problemas, muito frequentemente, nos faz rejeitá-los.

A opinião da grande maioria é vacilante e indecisa, seus actos e caracteres disso sofrem a consequência. É o mal da época, a causa da perturbação à qual se mantém presa. Tem-se o instinto do progresso, pode-se caminhar mas, para chegar a onde? É nisto que não se pensa o bastante. O homem, ignorante de seus destinos, é semelhante a um viajante que percorre maquinalmente um caminho sem conhecer o ponto de partida nem o de chegada, sem saber porque viaja e que, por conseguinte, está sempre disposto a parar ao menor obstáculo, perdendo tempo e descuidando-se do objectivo a atingir.

A insuficiência e obscuridade das doutrinas religiosas e os abusos que têm engendrado, lançam numerosas pessoas ao materialismo. Crê-se, voluntariamente, que tudo acaba com a morte, que o homem não tem outro destino senão o de se esvanecer no nada. Eu precisava de conseguir encontrar uma oposição flagrante à experiência e à razão que tantos falam, que está destituída de toda noção de justiça e progresso. Se a vida estivesse circunscrita ao período que vai do berço ao falecimento, o homem não teria outra lei senão a de seus instintos, apetites e gozos. Onde estariam a felicidade a concretização de uma vida bela e plena, uma vez que somos todos filhos de Deus, não haveria direitos de igualdade para todos.

Sempre considerei que se tudo terminasse com a morte o ser não teria nenhuma razão de se constranger, de conter seus instintos e seus gostos. Fora das leis terrestres, ninguém o poderia deter. O bem e o mal, o justo e o injusto se confundiriam igualmente e se misturariam no nada. Sempre ouvi falar de outras religiões, vi muitas vezes pessoas se zangarem por causa de discussões sobre a religião, mas o pior de tudo é que as pessoas discutem e criticam outras religiões diferentes da que praticam sem saberem nada sobre os seus princípios e fundamentações.Para se ser um crítico de uma determinada religião, devemos ter conhecimentos profundos do que criticamos ou avaliamos, foi essa a razão que me levou a ler e fazer algum estudo sobre outras religiões e especialmente ler os seus livros de orientação religiosa, apesar disso, não ser o suficiente para ser um crítico, permite apenas ter uma opinião que serve apenas de orientação pessoal. Na Igreja católica sempre falavam que na bíblia está a resposta para tudo, o que eu não concordava, pois não encontrava respostas com lógica para as minhas diversificadas perguntas.

A religião católica venera a bíblia assim como outras religiões, a Bíblia (que o nome quer dizer simplesmente: O Livro) é na verdade uma biblioteca, reunindo os diversos livros da religião hebraica. Representa a codificação da primeira revelação do ciclo do Cristianismo. Livros escritos por vários autores estão nela coleccionados, em número de 42. Foram todos escritos em hebraico e aramaico e traduzidos mais tarde para o latim, por São Jerónimo, na conhecida Vulgata Latina, no século quinto da nossa era. As igrejas católicas e protestantes reuniram a esse livro os Evangelhos de Jesus, dando a estes o nome geral de Novo Testamento. O Evangelho, como se costuma designar o Novo Testamento, não pertence de fato à Bíblia. É outro livro, escrito muito mais tarde, com a reunião dos vários escritos sobre Jesus e seus ensinos. O Evangelho é a codificação da segunda revelação cristã. Traz uma nova mensagem, substituindo o Deus-guerreiro da Bíblia pelo Deus-amor do Sermão da montanha. Não devemos confundir esses dois livros, mas devemos reconhecer a linha histórica e profética, a linhagem espiritual que os liga.

São, portanto, dois livros distintos. A antiga religião hebraica é geralmente conhecida como Mosaísmo, porque surgiu e se desenvolveu com Moisés. A nova religião dos Evangelhos é designada como Cristianismo, porque vem do ensino do Cristo. Mas, assim como nas páginas da Bíblia está anunciado o advento do Cristo, também nas páginas está anunciado o advento do Espírito de verdade. Este advento se deu no século passado, com a terceira e última revelação cristã, chamada revelação espírita. Cinco novos livros aparecem, então, escritos por Kardec, mas ditados, inspirados e Orientados pelo Espírito de Verdade e outros Espíritos Superiores. Os cinco livros fundamentais do Espiritismo, que têm como base O Livro dos Espíritos, representam a codificação da terceira revelação. Essa revelação se chama Espiritismo porque foi dada pelos Espíritos. Sua finalidade é esclarecer os ensinos anteriores, de acordo com a mentalidade moderna, já suficientemente arejada e evoluída para entender as alegorias e símbolos contidos na Bíblia e no Evangelho. Mas enganam-se os que pensam que a Codificação do Espiritismo contraria ou reforma o Evangelho. Foi a tentar desvendar todas as possibilidades religiosas que encontrei uma doutrina que me deu respostas e que estava à altura das minhas críticas e duras perguntas, o Espiritismo.

O Espiritismo é uma doutrina que trata da origem e natureza dos Espíritos e de suas relações com o mundo material. Seu foco básico é a natureza espiritual do homem. É um conhecimento a respeito do espírito, que parte da essência espiritual para explicar a existência material. O Espiritismo foi sistematizado a partir de 18 de Abril de 1857, com a publicação de O Livro dos Espíritos, numa época de grandes transformações sociais, filosóficas e políticas. Desenvolveu-se em paralelo ao surgimento das ciências, e em meio aos novos estudos da mente, que despontavam à época, em decorrência do desenvolvimento do magnetismo, do hipnotismo e do próprio Espiritismo que se estudava antes da publicação do livro. O século XIX foi pródigo em grandes descobertas e no surgimento de novas ideias para a humanidade nos mais diversos campos da ciência, da filosofia, da moral e das artes. Trouxe ao homem conhecimentos significativos acerca de sua origem, de sua constituição e do funcionamento de seu corpo. Muitas das realizações do século XX se deveram ao surgimento de ideias e ao trabalho desenvolvido no século anterior. Nessa época, as experiências com magnetização eram comuns e atraíam o interesse dos homens de ciência, principalmente em Paris. Dentre eles um professor, cuja experiência em educação foi adquirida com Pestalozzi.

Esse professor era Hippolyte Léon Denizard Rivail, cognominado Allan Kardec, nascido a 3 de Outubro de 1804, em Lion, França, filho de um juiz de direito, estudou em Yverdoon, na Suíça e seguiu, quando de seu retorno a França, a carreira do magistério, divulgando o método de Pestalozzi, seu educador, com quem colaborou. Fundou e dirigiu uma escola e dedicou-se à tradução de obras do alemão e do inglês.Escreveu seu primeiro livro, aos 19 anos, sobre aritmética e, mais tarde, outro sobre gramática francesa. Dedicou parte de seu tempo ao estudo e à prática do magnetismo. Casou-se aos 27 anos com a escritora e professora Amélie-Gabrielle Boudet, sua colaboradora na escola. Em fins de 1854, o Sr. Fortier, magnetizador com quem Rivail mantinha relações, falou-lhe a respeito das mesas que giravam e “falavam”.

Em 1855 foi convidado a assistir as reuniões onde ocorriam os fenómenos das mesas girantes. Em princípio, ao presenciar os fenómenos, duvidou de suas causas, mas os fatos observados, a partir de então, o fizeram perceber que algo sério estava por detrás daqueles fenómenos.Após sistemáticas observações, e a partir de diferentes informações, vindas dos mais diversos grupos experimentais, fez estudos e levantou questões àqueles que se declararam espíritos, responsáveis pela produção dos fenómenos.Publicou o resultado de suas pesquisas, em 18 de Abril de 1857, com o título “O Livro dos Espíritos”, sob o pseudónimo de Allan Kardec, com o intuito de não confundir a autoria. O professor Rivail, ao publicá-lo usando o pseudónimo, abdicou não só da autoria dos ensinos como também iniciava um novo ciclo de actividades.Os livros escritos sob o pseudónimo de Allan Kardec foram resultantes de exaustivas pesquisas e experimentos diversos, visando a universalidade do ensino dos Espíritos, evitando-se comunicações oriundas de um único médium e de um único Espírito.

O Livro dos Espíritos foi, dentre os livros espíritas editados, o primeiro cujo conteúdo trouxe a síntese do conhecimento espírita. É a obra básica do Espiritismo contendo os princípios de uma filosofia espiritualista, sobre a imortalidade da alma, a natureza dos Espíritos e suas relações com os homens, as leis morais, a vida presente, a vida futura e o porvir da Humanidade - segundo os ensinos dados por espíritos superiores com o concurso de diversos médiuns - recebidos e coordenados por Allan Kardec. Não é obra de um homem, mas de vários espíritos desencarnados que inauguraram uma nova era na humanidade, a Era do Espírito.

A Bíblia não condena o Espiritismo. Pelo contrário, a Bíblia confirma o Espiritismo, basta lembrar o caso de Samuel, atormentado pelo espírito mau, aliviado pela mediunidade de Daví, que usava a música para afastá-lo. Caso típico de mediunidade curadora, constante de Samuel 16: 14-23. E o colégio de médiuns que acompanhava Moisés no deserto? E assim por diante, da primeira à última página da Bíblia.O mesmo se passa em outras religiões, no Islamismo a religião dos muçulmanos onde o seu livro sagrado é o Alcorão, também é um livro mediúnico.Em resumo, o Islamismo é baseado em fé nos anjos; Anjos, portadores da mensagem celestial, mensageiros que servem de intermediários ou de canal de comunicação da mensagem de Deus ao Seu mensageiro humano na terra, ou seja os Profetas, que no fundo são os médiuns como no espiritismo.

O muçulmano crê nos Anjos de Deus, estes são seres esplêndidos e puramente espirituais, cuja natureza não necessita de alimento, bebida ou descanso. Eles passam o dia e a noite ao serviço de Deus, são numerosos, e cada um deles tem o seu cargo e um certo dever. Se nós não podemos ver os Anjos a olho nu, isso não nega a existência e a realidade deles. Existem muitas coisas em que nós acreditamos na existência mas não as enxergamos, como alma, energia, o ar, as nossas conversas telefónicas, as comunicações em geral, tudo passa pelo ar sem ninguém ver no entanto existem. Não são os espíritas que afirmam a origem mediúnica da Bíblia.

Quem afirmou foi o apóstolo Paulo, quando declarou: "Vós recebestes a lei por mistérios dos anjos", isto em Atos, 7:53, explicando ainda em Hebreus 2:2: "Porque a lei foi anunciada pêlos anjos", e confirmando na mesma epístola, l: 14:7 "Espíritos são administradores, enviados para exercer o ministério". Antes, em Hebreus, l :7, Paulo, depois de advertir que Deus havia falado de muitas maneiras aos profetas, acrescenta: "Sobre os anjos, diz: o que faz os seus anjos espíritos e os seus ministros chamas de fogo".A Bíblia foi inspirada pêlos Espíritos, como mensageiros de Deus, no tocante aos seus livros proféticos, que chamamos de mediúnicos.

Os livros históricos e de legislação civil receberam também a colaboração dos Espíritos. A Bíblia, é um livro mediúnico que não pode condenar o Espiritismo, pois estaria se condenando a si mesma. Muitos são os acusadores e críticos das mais diversas religiões em relação ao Espiritismo e não só, mas apenas lhes falta estudo. Se pusessem o seu dogmatismo de lado e estudassem um pouco, haveriam de compreender estas coisas e haveria mais paz no Mundo. Quanto a mim, fico quietinho e calado, o que mais me agrada, é a possibilidade de ter o conhecimento e as respostas às questões,"De onde viemos?", "Quem somos?", "Para onde vamos?", "Qual é o objectivo da nossa existência?" alem das respostas a todas as minhas perguntas e duvidas que escrevi anteriormente, e o que era antes um problema para mim, é agora uma causa natural da vida.

Para que fique bem claro para quem ler este documento, o espiritismo nada tem a ver com as chamadas bruxas, feitiçarias, magia negra, etc…,  a diferença é como a água do vinho, os dois são líquidos, mas as composições e finalidades são totalmente diferentes. Os princípios básicos do Espiritismo são:1. A existência de Deus como Causa Primeira de todas as coisas, único e imaterial, sem a visão antropomórfica característica das religiões dogmáticas;2. A existência dos espíritos como seres imateriais e imortais, que conservam a individualidade após a morte do corpo físico;3. A evolução dos espíritos, sem cessar, na direcção da perfeição divina, único determinismo na vida;4.

A reencarnação como mecanismo fundamental para a evolução dos Espíritos, em cujo processo se revela a Justiça Divina, que os educa para a compreensão das Leis de Deus;5. A mediunidade como meio natural de comunicação com os espíritos desencarnados e como faculdade natural, inerente a todos os seres humanos;6. A moral cristã como código de ética espírita, sobre a qual se apoia a conduta do verdadeiro espírita;7. A pluralidade dos mundos habitados e não apenas a Terra, isto é, o universo infinito é plenamente ocupado. O Espiritismo penetra em quesitos fundamentais do conhecimento humano. Aborda questões morais, filosóficas, científicas e religiosas, daí porque dizer-se que é ciência, filosofia e religião. É Ciência porque, tendo método e objecto próprio utiliza-se da observação e experimentação na busca de seu próprio desenvolvimento. É Filosofia porque responde as questões básicas do conhecimento humano.

Estuda as origens do homem, de onde ele surgiu, para onde vai e quem é ele. É Religião, mesmo sem ter sacerdócio organizado nem culto e rituais e busca integrar o ser humano a Deus. O Espiritismo é então o ponto de encontro desses conhecimentos. É a chave e o código que introduz o homem na compreensão de sua verdadeira natureza. O Espiritismo difere das doutrinas mediúnicas por utilizar-se do fenómeno como meio de aprendizagem e evolução. A prática da mediunidade não é sua espinha dorsal, mas uma estrada por onde ele busca a verdade. Praticar a mediunidade não torna ninguém espírita. Além da aceitação de seus princípios básicos, o espírita se identifica pelos esforços que faz para melhorar-se. O Espiritismo é a síntese do pensamento da humanidade, é fruto do trabalho dos espíritos e progride com a evolução da humanidade. Allan Kardec foi o codificador do Espiritismo.


Não é ideia de um só homem nem de um grupo, é mais do que um fenómeno cultural, pois nasce, como todo saber, da evolução da humanidade.O Espiritismo surge para levar o homem à felicidade, por intermédio da sabedoria e do amor, demonstrando-lhe a imortalidade da alma, sua evolução e seu papel na vida. Vem mostrar que o egoísmo e o orgulho são as chagas da humanidade, que a prendem ao materialismo, tirando-lhe a esperança no futuro e a alegria em viver.

Bibliografia:
Biblia Sagrada
Alcorão
O Evangelho Segundo o Espiritismo
O Livro dos Espiritos

 

Se gostaria de saber mais informações consulte os seguintes links:

http://www.espiritismo.net/ do qual faço parte do grupo de trabalho.

http://adeportugal.org/ site sobre Espiritismo. "ADEP - Associação de Divulgadores de Espiritismo de Portugal"

Ajuda-te e o céu te ajudará.

Muito em breve poderá encontrar aqui muito mais informação, sobre vários temas, Científico, Religião e Filosofia, baseado na Doutrina Espírita.

Deixo aqui alguns livros, para quem gostar de leitura, para quem não gosta, aconcelho na mesma;

 

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